O Que É O Dataísmo?

O Que É O Dataísmo? 1

Homo Deus: Breve história da manhã, o dataísmo, como religião, “não venera nem outros deuses, nem ao menos ao homem: aparecia os dados”. Um dado é uma representação simbólica (numérica, alfabética, algoritmos, espacial, etc.) de um atributo ou modificável quantitativa ou qualitativa.

Os detalhes descrevem fatos empíricos, eventos e entidades. Brooks argumentava que em um mundo com cada vez maior complexidade, confiar nos detalhes poderá apagar os vieses cognitivos e “iluminar os padrões de jeito que ainda não tivéssemos percebido”. Data-ism, analisou como o Big Data está transformando a população, utilizando o termo para recontar a revolução do Big Data. O big data precisa libertar o entendimento do arbítrio imaterial.

Assim, a intuição não é uma forma superior do entendimento. Trata-Se de alguma coisa meramente abstrato, de um auxílio primordial que supre a inexistência de dados objetivos. Numa situação complexa, seguindo esta contestação, a intuição é cega. Até mesmo a teoria cai ante a suspeita de ser uma ideologia.

Quando há fatos suficientes, a teoria sobra. A segunda Ilustração é o tempo do saber puramente movido por detalhes. O dataísmo se mostra como um dadaísmo digital. Também o dadaísmo renúncia a uma rede de sentido. Está vazia a língua inteiramente o teu sentido: “Os acontecimentos da vida não têm nem início nem encerramento. Tudo transcorre de forma besta.

  • Um – Registros armazenados no material de tecnologia de informática. (ex. imagens e e-mail)
  • Se mantém eficiente
  • Criação de modelos matemáticos
  • Registado em: Dezessete abr 2017
  • Nada. Não significam nada
  • o Que preserve ou aumente

Desse jeito, tudo é parelho. A simplicidade é chamado dadá”. O dataísmo é niilismo. Renúncia totalmente o sentido. Os dados e os números não são narrativos, porém de aditivos. O significado, pelo oposto, consiste em uma narração. Os dados colman, o vago de sentido.

Em geral, o dataísmo adquire traços libidinosos, até já pornográficos. Os dataístas copulan com dados. Assim, fala-se de “datasexuales”. São “inexoravelmente digitais” e acham os dados “sexy”. O número se aproxima do falo. Universidade Hebraica de Jerusalém, Yuval Noah Harari publica em 2016 “Homo Deus: Breve história do futuro”, no qual traz a idéia do dataísmo mais remoto, fazendo-a no teu contexto histórico. “O dataísmo declara que o mundo consiste em fluxos de fatos e que o valor de cada fenômeno ou entidade está definido por sua colaboração pro processamento de fatos”. Harari reitera que “queremos interpretar que toda a espécie humana é um só sistema de processamento de detalhes, sendo cada um dos seres humanos um chip”.

Harari chega a argumentar que o dataísmo, como cada outra religião, tem mandamentos práticos. “o maior bem de todos”. Harari também coloca que Aaron Swartz, que se suicidou em 2013 após ser processado por dispensar centenas de milhares de artigos científicos do arquivo online JSTOR de graça, poderia ser conhecido como o “primeiro mártir” do dataísmo.

Uma vez que os sistemas de Big Data me conheçam melhor do que eu me conheço a mim mesmo, a autoridade se moverá de os humanos aos algoritmos”. Harari prevê que a conclusão lógica desse método é que, com o tempo, os humanos atribuídos aos algoritmos a autoridade para tomar as decisões mais primordiais de sua existência, como com quem se casar, como por exemplo.