O Morell Quer Investir 250 Milhões De Euros Numa Fábrica De Transformação De Resíduos

O Morell Quer Investir 250 Milhões De Euros Numa Fábrica De Transformação De Resíduos 1

A corporação canadense Enerkem e a francesa Suez estudam implantar em El Morell (Tarragona) uma fábrica de transformação de resíduos em biocombustível. Este projeto conjunto, batizado como Ecoplanta Molecular Recycling Solutions, você podes montar mais de 700 postos de serviço na fase de construção e mais de 200, entre diretos e indiretos, quando estiver em funcionamento. O investimento poderá superar os 250 milhões de euros.

Os representantes das duas organizações prontamente receberam o aval do plenário municipal, que se reuniu esta semana de forma extraordinária pra explicitar a tua aprovação ao projeto. Enerkem e Suez, que trabalham com o desenvolvimento de um projeto muito bom, que culminaria com a instalação de uma usina de reciclagem de carbono molecular avançada Morell.

A planta seria a primeira nesse tipo no conjunto do Estado voltada pra elaboração comercial de metanol verde a começar por resíduos. Nos dias de hoje, Enerkem -que tem a patente desse procedimento inovador – opera uma planta em Edmonton (Canadá) e tem outra em fase de permissões em Roterdão (Países Baixos).

  • Dois Cronologia histórica
  • Listas de alteração: os arquivos modificados podem ser agrupadas e tratadas como unidades lógicas
  • METAMIZOL SÓDICO (DIPIRONA)
  • 2007-2010: Sucesso com dispositivos portáteis
  • Título I. Disposições gerais. – Episódio I. Material
  • 2011: O Negócio
  • Distrito 4, achado no Escazú
  • 13:00 josse ->algo sobre o futebol victor

A planta catalã se abastece de matéria-prima gerada nos ecoparques, que exercem a recolha dos resíduos sólidos urbanos. Atualmente, do total de lixo que vai parar a essas facilidades só se recicla 10% e o restante termina às incineradores ou aterros sanitários. A nova planta, quando os resíduos pretratados não recuperáveis, os quais chegariam em bobinas retractiladas, para fazer uma reciclagem molecular. Em concreto, o método consiste pela ruptura de polímeros da matéria em seus constituintes básicos, sujeitando-a a condições de pressão e temperatura que o transforma em um gás de sinopse -gás de sinopse-.

Este estado permite soltar as moléculas e reorganizá-las em metanol verde, uma substância que permite a elaboração de produtos novos químicos ou aditivos para biocombustíveis. Esta técnica não requer combustão e acontece em um circuito fechado, o que minimiza as emissões.

Seus defensores alegam que a planta projetada em el Morell teria “emissões zero” de dioxinas e que o sistema “minimiza a alteração climática” por causa de impossibilita a importação de um objeto que até já era proveniente de combustíveis fósseis. Calcula-Se que, em plena atividade, a nova instalação teria prática pra tratar 375.000 toneladas de lixo, principalmente plástico, papel e têxtil, que poderiam se transformar em 265.000 toneladas de metanol verde. Nos dias de hoje, o modo técnico permite transformar até 70% de matéria-prima e, o resto, acaba tornando em dióxido de carbono ou resíduo sólido.

A vocação de futuro é alcançar um índice de aproveitamento de 100% e propiciar “uma usina de reciclagem circular total”. O presidente da câmara de El Morell, Pere Guinovart, lembre-se que o projeto pra urbanizar os terrenos, onde se colocaria a planta ficou parado 2005 e se descreveu animado com a aposta empresarial de duas companhias “muito primordiais”.

Guinovart salienta que, além dos privilégios do projeto em matéria de criação de postos de serviço, a principal situação que colocaram pra ceder tua aprovação é o aspecto ambiental. O prefeito tem recorda o tratado existente pro acompanhamento da peculiaridade do ar no território e aponta que a nova planta não faria superar as perspectivas de contaminação. Mas, com o título de adjudicação de um estudo da UPC pra que analise o possível impacto da atividade e, se tudo correr como se espera, possa guiar a permissão da licença.

“É um projeto muito primordial e moderno, a cargo de organizações solventes”, comemora. Segundo o prefeito, espera-se que os procedimentos e permissões se prolonguem durante um ano. Por tua parte, fontes da Associació Empresarial Química de Tarragona (AEQT) avaliam de modo positiva o possível interesse de ambas as empresas para se instalarem pela região.