Não Voltei A Entrar Em Paxá

Não Voltei A Entrar Em Paxá 1

Ricardo Urgell (Lisboa, 1937), nasceu numa família rica da via Escipió, em Sant Gervasi, em barcelona. Custou um milhão e meio de pesetas da data e não havia dinheiro nem sequer para ar condicionado, que no verão se viam obrigados a abaixar a temperatura regar o telhado.

Como é que era a primeira Ibiza, que você conheceu? Cheguei por aqui em 1968 como turista. A ilha era um recinto perdido, naquele momento, só se conhecia Maiorca. Voltei em 1970 e foi quando me ocorreu abrir Paxá. Todos me diziam que ele estava alienado, dado que por aqui havia nada mais que quatro hippies e 4 pendurados.

Então, só estava o (a, que necessita ser duas vezes esta escritório. Pachá. Na frente havia um pântano. Procurei investidores, comprei um terreno e construí uma casa pra alugar. Em volta não havia nenhum edifício. Aos quatro anos começou a montar e se chamou ‘Ibiza a Nova’.

em seguida, veio a especulação. Isso há 45 anos. Porque você pegou em tal grau da ilha como para se viver nele? O mais considerável da vida é encontrar lugares novos e aquela Ibiza tinha um sabor especial, que foi levado com o vento. O universo tem cada vez menos cor e sabor.

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Isto te diz um velho, todavia o velho vê o que foi e o que é, dessa forma, tem a melhor de sempre avaliação da realidade. Eu sou mediterrâneo e é neste local onde eu gosto de estar, onde nascem as raízes do Ocidente. Não adoro de viver em grandes cidades; prefiro Ibiza, em razão de tem o campo e o mar, e valores muito significativos dentro da joia que são as Baleares. Eu quereria que fossem mais ilhas, por causa de por onde passa o homem não cresce a relva.

Vamos deteriorándolo tudo e quando vir aos 80 anos é no momento em que anotações essa ausência de sabor. Mas, voltando à tua primeira pergunta, Um rico que representa, o que deseja que se saiba e deste modo vai com um barco imenso que nem se importa nem sabe, todavia deve representar e gastar muito dinheiro pra que o vejam. A Ibiza, que misturava glamour e boêmia, aquela que ajudou a montar, está em perigo de extinção pelo impulso de um turismo voltado pro millonarios.

Como prever a tua expansão? De moça, pela Costa Daurada, mirábamos aos turistas que nos diz “olha, olha”. Eram estrangeiros. Nosso país se libertou da pobreza graças ao turismo, graças ao que temos comido quente e ainda hoje vivemos isto; é a nossa primeira indústria.