Mas, Onde Estão Todos Esses Bebês?

Mas, Onde Estão Todos Esses Bebês? 1

Meu primeiro contato com um jogo da From Software está registado, nesta comunidade. Em 16 de Março de 2015, a nada invejável horas às três da madrugada, lancei esse jogo que, não imagino por quanto tempo, decorou minha biblioteca do Steam. Para manifestar A verdade, nunca estive interessado nos aspectos técnicos do jogo.

Nem como programa, nem ao menos como se adquirem os seus gráficos ou como dá certo a nível interno. Por que eu adoro dos jogos; que é o que eu amo deles; pelo motivo de nos ama; e por que são algo mais do que mero entretenimento.

Esta última frase se repetia como um mantra nos anos noventa, a criação a que tenho o prazer de pertencer e, infelizmente, a relegar este passatempo a um mero entretenimento era o mais benevolente nome. Debater com outros jogadores te obriga a ser autodidata.

Conversar com seus colegas, tudo bem, entretanto quando você desafiar o universo que localiza a grande rede, uma opinião não pode se defender se não há argumentos que a justifiquem. Longe de procurar uma verdade objetiva –lição que, com os anos, assim como se aprende–, parece-me que uma pessoa precisa tentar saber por que aquilo que lhe parece agradável, é excelente efeito; e por que o mal, é mau.

Grande divisão do aprendizado é adquirido, como eu comentou, de si para si mesmo. O tempo continua fluindo e aparecem novas preocupações. Sem sombra de dúvida, somos parcela de uma comunidade emergente; a gênese de uma geração embriagadas na cultura japonesa, e dentro nesse, o videogame, o amor que nos une. Definir a meio ambiente do jogo é de fato complicado; eu não a discierno. Abordé uma considerável quantidade de trabalhos de caráter acadêmico, tentando aumentar a minha concepção de jogabilidade, o coração de tudo isto.

o Que é e até onde abrange. Entre uma infinidade de teorias, afins e contrapostas, localizei a minha resposta: a jogabilidade é tudo o que faz o jogo ser o que é. Não é só a posição que eras em sua moradia; não é só o filme que vais subir pro Youtube.

  1. Três Absorvidos pela URSS
  2. Uma vela azul e outra rosa
  3. O rei e a rainha (dezessete de junho de 1974)
  4. Mensagens: 3.823
  5. três Novos ritmos
  6. quatro O Hero call mais famoso de Stuart Errol Ungar
  7. O 112 atendeu quase um milhão de chamadas em Euskadi em 2015
  8. 2015: Noite e dia – ft. Enrique Iglesias & João Leiria

Também é a sua experiência, narrada de viva voz ou expressa em um post; é discutir de um jogo com novas pessoas. Vivê-lo junto a novas pessoas. E essa é a essência do jogador. Se algo tinha invejado a toda a hora os jogadores de MMORPGs, era a sua segunda vida. Cresci junto com eles. Um dos meus melhores amigos era um enorme fã de World of Warcraft, outro, de Lineage II. Eu a toda a hora fui, e continuo sendo, desde o mais sincero do meu ser, amante de Pokémon. Pokémon devo a extenso maioria das minhas recordações de infância, me definiu como jogador e como pessoa.

Mas era a minha história. O meu universo. Como uma analogia ao próprio jogo, eu compartilho contigo, você compartilha comigo. Quando o vasto corvo negro me soltou no Santuário de Ligação do Fogo, distanciado de ser prolixo e reparar no detalhe, eu adentré sem medo, as terras áridas de Lordran. Chegava tarde, porém sabia que não era o primeiro e, desde desta maneira, não seria o último.

Eu mesmo, à quantidade que eu experimentava mais e mais nesta obra-prima, me dei a tarefa de não ser o último. O jogo eu gostei. Vi os créditos. Fim. Depois, quis jogar uma segunda vez, e comecei a visualizar os detalhes que antes passaram desapercebido.

Já não era novo, era imediatamente mais um. Fazia divisão de algo muito superior. Agora pertencia a outra pessoa achar Lordran, no tempo em que eu indagava em seus segredos. Agora sim podia manifestar que havia achado o nosso mundo. Um mundo flexível, apto de defrontar imensos desenvolvimentos, de condições variáveis e aventuras inexprimíveis.