Assim É Percorrer O Mundo Com Filhos

Assim É Percorrer O Mundo Com Filhos 1

Ferrán tinha somente 7 anos no momento em que juntou-se aos seus pais e à sua irmã em torno de uma omelete de batatas, que preparou na cozinha de uma mulher em Tailândia. A nação asiático foi o primeiro dos 20 destinos que visitaram a família durante quase 2 anos, “puxando economias”.

São os pedágios que pagam as famílias viajantes, em que a paternidade não retém, nem ao menos seus horários tornadizos nem o colégio; primam a experiência e a tua fórmula de estágio vivencial. Cada vez são mais os pais nômades nesse século que se carregam a casa ao ombro em uma mochila e percorrem o mundo com seus filhos. O sociólogo José Luis Barceló, do Colégio de Sociólogos e cientistas políticos de Madrid, se entendem, se dão conta de que presenciaremos em um futuro um “nomadismo globalizado em que as pessoas procure constantemente mobilidade.

Não é novo, de imediato no século XVIII existia. Todo mundo queria perceber novas culturas, todavia sem demora há mais capital e melhor distribuição da fortuna. Miquel e Sara acreditam que “cada um pode fazê-lo se compreende quais são tuas prioridades”. Sim. Cada família é única e não há sinais universais que señalicen a rota: “segue este significado pra concluir o seu périplo com sucesso”. Aqueles que o fizeram, declaram-se as vantagens da alteração de vida.

Os especialistas consultados concordam que os benefícios, mas dizem por outro lado, que “conviver com ambientes em alteração poderá representar uma arma de 2 gumes”. “A socialização de alguém importa muito onde vive -a interação com as pessoas e seus costumes – e o viajante da idade adulta podes assumir bem as transformações, de imediato está formado. Mas as criancinhas podem construir uma potente dependência em ligação aos pais, por ser o teu único padrão de fonte”, expõe Barceló ao apresentar da viagem como forma de vida.

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O psicólogo especialista em ansiedade e estresse Alberto Jimenez explica, por outro lado, que a grau académico “os filhos de pais viajantes presumivelmente ausência de uma apoio teórica que você irá depender quando incorporem em seu estudo de conceitos mais complexos”. Para Barceló, desta maneira se criam “mentes mais fechadas”.

Mas Miquel, pai de dois pequenos viajantes, diz o inverso: “Agora, meus filhos têm a mente mais aberta e várias fontes” para fazer frente aos preconceitos. “Quando chegamos a Bangkok, meu filho, exclamava que “quão sujo é tudo!” A arquitetura da capital, decadente.

Depois visitamos Camboja -uma das cidades mais pobres do continente asiático e do mundo, onde seus habitantes andam com os pés descalços pelas estradas sem asfalto e dormem em casas de palha-. Quando voltamos para a cidade de Banguecoque, depois de quatro semanas no Camboja, Ferrán me disse: “Papai, por que de imediato está tão limpo?” A cidade estava semelhante, no entanto ele tinha mudado a interpretação das coisas. “A capital da Tailândia podes ser encontrado em um livro, tudo o resto não”.

Além disso, conta Miquel, estabeleceram outras prioridades. “Se deram conta de que pode viver com pouca coisa. Em dezoito meses nossa residência, foram duas malas. A roupa não nos passava de moda, se rompia de tal lavar. Como o calçado: só precisas de um par de sapatos para percorrer o mundo”.

Menos materislistas, mais curiosos. Assim diz Agostinho, que voltaram a Portugal os seus filhos. O psicólogo Alberto Jimenez corrobora que “este tipo de experiências, promove uma educação centrada em valores e emoções. Motivação, empatia e know-how de adaptação”. “Foi a pequena -de 4 anos – que quis assimilar a ler para saber mover-se pros lugares: Nos guiou encantada pelo terminal do aeroporto, collía os mapas e fazia de guia. O ambiente lhe era, estava completamente adaptada”, presume-se este pai viajante. Só precisaram voltar pra sua moradia português no Natal, porque “os Reis Magos não lhes iam localizar”.

Marc e May são os autores do livro “como Viajar de automóvel com meninas pela Europa”, e pais de três filhos que cresceram viajando com eles no veículo por o mundo todo. Podem se defender explicando em 8 idiomas e herdaram o espírito itinerante de seus pais.