Políticas De Gestão Responsável, Uma Garantia De Viabilidade Empresarial

Políticas De Gestão Responsável, Uma Garantia De Viabilidade Empresarial 1

XXI dentro de sua política de Responsabilidade Social Corporativa (RSC). Muito antes de que nascesse o conceito, a exclusão do trabalho infantil pela Europa, levada a cabo entre as décadas de 1920 e 1950, pode ser ponderada a primeira ação empresarial socialmente responsável. O primeiro que analisou a relação entre as duas organizações foi o pesquisador e professor Howard Bowen, em 1953, em seu livro Social Responsabilities of the Businessman. Em 1984, Edward Freeman construiu a suposição dos stakeholders ou grupos de interesse, pra citar-se a “aquelas pessoas que são capazes de afetar ou são afetados pelas atividades de uma empresa”. A expansão é clara. Ana Sainz, diretora-geral da Fundação, Nação e Empresa responsável (Seres).

Hoje, as empresas deixam de ser entidades alheias à população, entretanto que executam parcela dela e desempenham um papel-chave para obter um mundo mais igualitário. A transformação veio com a queda econômica, que “serviu pra impulsionar o rigor e a transparência empresarial”, prossegue Sainz. Seguindo com o relatório, 90% das empresas têm adotado os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) como ferramenta para organizar estas políticas, sendo os números 3 (vida saudável) e cinco (igualdade de género), os mais seguidos pelas empresas. Além do mais, o documento também mostra que existe um enorme paralelismo entre as estratégias de RSC e as questões que mais preocupam os espanhóis, segundo o Centro de Investigações Sociológicas (CIS).

Entre algumas, o desemprego e a característica dos sistemas de educação e de saúde. Sainz. Desta forma, em relação às áreas de atuação, 32,5% dos projetos das corporações participantes no estudo foram desenvolvidos no domínio do emprego e 46%, em educação e saúde.

as Duas matérias assim como se declaram como as áreas em que mais corporações trabalham: 60% reconhece ter feito, ao menos, um projeto nestes domínios. No total, 449 milhões de euros destinam-se a acções que tiveram território em Portugal, sendo que 94% das entidades beneficiárias espanholas.

Conforme foi superando a recessão, as corporações transferiram cota de sua atividade social para o estrangeiro. Na atualidade, 73% das empresas bem como realiza atividades de RSC fora de nossas fronteiras. Além da administração pública e do tecido empresarial, a cidadania bem como começa a ter uma maior consciência da seriedade da RSE.

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Pérez Leão. “Os clientes estão mais preocupados em aquisição de bens e serviços que trazem um valor acrescentado que irá além do próprio artefato, incentivando que as corporações os coloquem no mercado”, complementa. Porém, o mercado de consumo, não é o único afetado. Ramón Pueyo, sócio responsável pela Sustentabilidade e o Prazeroso Governo da KPMG em Portugal. Assim sendo, apenas aquelas empresas que, em sua estratégia levarem a cabo políticas de responsabilidade social serão viáveis.

Assim sendo o crêem Pérez Leão e Sainz. O seu futuro passa por oferecer resposta a três desafios, de acordo com Pérez Leão. O primeiro, “enraizar a responsabilidade social no centro da tomada de decisões das empresas”. Ou seja, situar a RSE no banco ao invés pela periferia do centro decisor. O segundo, descomplicar às pme de ferramentas descomplicado e práticas que os ajudem a aumentar a sua sustentabilidade. Em Portugal, as instituições de menos de 200 empregados representam 98% do tecido empresarial.