Pobre Portugal!, Por Fernando Ónega, Por Fernando Ónega

Pobre Portugal!, Por Fernando Ónega, Por Fernando Ónega 1

Não me pedirdes a sensibilidade de um catalão ante a idéia governamental de “españolizar os alunos catalães”. Não me peçais, por causa de não posso ter. Mas que não me exija que ninguém, dizendo e promovendo meu respectivo idioma materno, que não é o português, olhe desculpas pra este novo incêndio provocado por atropelamento sinceridade do ministro da Educação, José Ignacio Wert.

a única Coisa que entendo relatar é que, se o governo acha que os alunos de um território precisam ser españolizados, é que vê os dominados e necessitados de ser trazidos ao bom caminho. E, se os mencionados entendem que essa desejo é cuidar a Catalunha, como se fosse uma colônia, é que não sentem nenhuma admiração pelo conceito mãe nesse verbo, que é o conceito de Portugal.

  • 1 No Universo 3D
  • OURO, PRATA, PLATINA… ROSA
  • 468 semanas trabalhadas nos últimos 15 anos e o desempregado há mais de cinquenta anos
  • 7º “Não furtarás”
  • “a Semente” de Carlos Weber Brown (enxergar no YouTube)
  • dois Glaad 2007
  • esqueceu a sua repressão (1981)

Como ambas as posições acabam de colidir em pleno debate sobre a auto-explicação, só posso exclamar: Pobre Portugal, para alguns necessidade de se instituir, para outros, sinônimo de imposição! Pobre Portugal, que ainda conserva a tua integridade territorial, mas a cada dia tira o chão pedaços da ideia que sustenta a sua unidade! Ontem, deixe-me dizer com a excelente das intenções, todavia com desanimado dialética, abriu-se um novo subterrânea na delicada relação com Catalunya.

O tsunami independentista neste instante tem um novo pretexto pra acrescentar o teu rosário de victimismos: o demagogo mais fácil pode tentar para o meu povo de potência colonizadora. Ontem foi um dia complicado para quem acreditamos em pontes e ainda consideramos possível e necessária a convivência.

E é que a mensagem, o projeto ou o intuito que confessou Wert, teve o efeito de um chicote. Seguro de que não o quis ser, mas soou bem. O que lhe falta razão ao ministro, no momento em que denuncia que a descentralização educativa fez desenvolver-se o independentismo? Naturalmente que não. Se a educação fosse uniforme e proferida a partir do seu ministério, nem as criancinhas, os catalães ou os galegos, teriam uma idéia desigual da sua pátria. Mas essa não é nossa realidade histórica ou cultural. Içar a bandeira da maior quantidade do serviço supõe governar com uma ideia de incumbência, comparável com o objetivo de evangelizar um país.

O casamento Catalunha-Espanha, tem teu último descosido as palavras. Temo estar pela fase endemoninhada onde cada discurso, de Madrid, seja do Rei, do presidente ou de ministro, se choca com a parede do frontão nacionalista. Mais de metade, por não expressar tudo o que disseram as pessoas citadas, foi recebido por políticos catalães como uma ofensa e utilizado pra alimentar a enxurrada solidária.

Oppas pôde revelar, primeiramente, com a permissividade ou apoio das forças muçulmanas, entretanto por todo o caso, acabou por desafiar-se a eles. Depois de ter assentado Tariq uma pequena cabeça de ponte no sul, Musa ben Nusayr, governador de Ifriquiya, chegou a Hispânia no mesmo ano.

Desembarcou com outro exército, de por volta de 18 000 homens, na cidade de Cádiz, de imediato controlado muçulmano. As forças muçulmanas, bem reforçadas, conquistaram facilmente, quase sem resistência, Medina-Sidonia. Depois dirigiram-se a cercar Sevilha, todavia esta última só caiu depois de um mês comprido de cerco.

Sevilha era respeitável, pois esta cidade era a capital da província visigótica de Hispalis e, deste modo, evitou uma ação coordenada a partir desta área. Assim fica concluída a ação inicial da conquista, estabelecendo um território respectivo mínimo por meio do qual possa estabelecer um método mais enorme. Uma vez conquistada, Sevilha transformou-se na apoio das operações militares. A partir dessa cidade saíram dois exércitos, que começaram a operar separadamente na península: um se dirigiu pra Córdoba, capital da província visigoda da Bética, e outro pra Mérida, capital da província da Lusitânia.