O Fim Da História E Da Investidura

O Fim Da História E Da Investidura 1

Na segunda-feira será consumada a sessão plenária de posse no Congresso dos Deputados. Sánchez, designado pelo Rei para ser eleito presidente do Governo, terá de descrever com uma maioria absoluta ou fácil –em segunda votação– da Câmara baixa.

A estas alturas não é claro se terá os apoios necessários, mesmo em caso de fiasco contaremos com mais 2 meses para tentar algumas consultas e negociações antes que o Rei dissolver as Cortes e a convocação de eleições. Se chegássemos a este contexto, estaríamos diante de outro fracasso político, especialmente se tivermos em conta que as investiduras em algumas Comunidades Autónomas não vão por bom caminho (Madri, Madri, Aragão, Espanha). As notícias a respeito do fechamento de negociação coincidem com as previsões de desenvolvimento económico da Comissão Europeia: Portugal fará a 2,3%, acima da média da ue.

  • 20 de setembro.- A Guarda Civil interrompido por uma ordem judicial quatorze altos cargos do Govern
  • Associação de Normalização e Certificação (ANCE). Dezesseis de julho de 1999
  • 3 Opiniões de especialistas e meios de intercomunicação
  • sete contra-ofensiva militar: eliminação de redutos guerrilheiros
  • Austin Dacey, na Califórnia State University, “Deus Existe?” (2005)

Também com as pesquisas do CIS que apontam que os políticos se tornaram um dificuldade perigoso pros cidadãos, uma coisa que não tinha acontecido em nossos 40 anos de democracia. Em tal significado, que continua me surpreendendo a pouca atenção que prestamos à auto-regulação das sociedades complexas.

Bom, na realidade é uma surpresa relativa: os mandarim universitários passaram principalmente a vida reivindicando o valor da política e criticando a burocracia ou a capacidade de as corporações privadas pra solucionar dificuldades públicos. Faço esta reflexão quando leio os Discursos políticos do New Deal de Roosevelt, há pouco tempo publicados na dupla editor o que mais tem que ser o pensamento português, Cursos e Eloy Garcia. A história, no final das contas, convertida em um depósito, onde partidos e líderes possam derramar suas contradições ideológicas, sem superior custo ou de responsabilidade.

As fontes estimaram-se os falecidos, nesse dia, em várias dezenas, sem que se originem baixas nas forças de segurança. Naquela mesma tarde Yrigoyen designou o general Luis Dellepiane, como governador militar da cidade de Buenos Aires. O governo anunciou que tinha descoberto uma conspiração dirigida integralmente por estrangeiros qualificados de “extremistas”, que tencionavam apoderar-se do governo e que era liderada pelo jornalista judeu Pinie Wald, que foi brutalmente torturado.

Depois se localiza que o anúncio do governo era inexato. No curso da repressão, as forças de segurança e paramilitares realizaram-se no bairro de Once, o único pogrom (massacre de judeus) alcançado no continente americano. Segundo o governo, houve cerca de 65 falecidos civis e quatro das forças armadas, mesmo que esse nunca apresentou a tabela dos mesmos. Segundo a oposição e os historiadores que investigaram o evento, foram assassinadas mais de 700 pessoas, houve algumas dezenas de desaparecidos, entre eles numerosas garotas e dezenas de milhares de presos. Para impossibilitar isto, os trabalhadores tomaram de novo as estadias, de novo cautelosamente e sem brutalidade.

até já alguns proprietários aderiram ao protesto, por considerá-lo justo. Mas a greve acabou sendo reprimida pelo exército ante o comando do tenente-coronel Varela no comando de dois regimentos de cavalaria. Varela chegou a capturar a 10 carabineiros chilenos que estavam lutando ao lado dos grevistas e disparar contra contra os soldados argentinos; cabe mostrar que a Patagônia estava ocupada em grande cota por cidadãos chilenos. Outras centenas de trabalhadores foram presos e detidos.

O doutor Vinha se reuniu com o Presidente pra relatar-lhe o que acontecera na Patagônia e solicitar que procesara os responsáveis. Mas Yrigoyen, não quis fazê-lo, visto que achava que isso acarraría o desprestígio das forças armadas e que a fé do povo nas instituições deveria ser salvo apesar de que à custa da impunidade de alguns culpados. A política internacional de Yrigoyen foi porquê de fortes discussões, mesmo no seio do radicalismo. Sua política, fundamentalmente, defendeu a autodeterminação e a igualdade das nações, em frente às grandes potências.