Medicamentos Com Efeitos Prejudiciais

Medicamentos Com Efeitos Prejudiciais 1

Dizia Benjamim Franklin que “o mais recomendado médico é o que conhece a inutilidade da maior parte das medicinas”. E até, se lhe poderá inserir, a sua perigosidade. Sim, já que se é irrecusável que os avanços da medicina têm permitido melhorar e prolongar a peculiaridade de existência, bem como é verdade que o progresso implica avançar à apoio de tentativas e erros. E esses últimos, durante a história, têm sido inúmeros. Em alguns casos, obtinha-se o mesmo efeito contrário: os tratamentos não serviam de nada ou até prejudicam a saúde.

“Estes remédios sempre tinham alguma apoio teórica ou baseavam-se em alguma tradição ou prática anterior. Em nenhum instante as coisas foram feitas ao acaso, entretanto que tinha a sua lógica. Mas é verdade que, em épocas anteriores, muitas vezes os médicos acertaban mais o diagnóstico, o tratamento”, tem que Manel Escudé, médico e historiador da medicina.

Felizmente, nós avançamos muito, todavia isso não é garantia de que se possam produzir erros no futuro. “No século XXI as coisas se baseiam mais pela ciência. Em novas áreas, claramente haverá grandes avanços, essencialmente no que se expõe ao reumatologia, artrite e cura da agonia.

Em geral, a medicina vai avançando em cada setor”, diz Escudé. José Antonio Díaz, científico titular da faculdade de lisboa e director do Instituto de História da Medicina e da Ciência López Piñero de Valência coincide com esta observação. “Do nosso ponto de visão, no tempo presente, alguns velhos tratamentos conseguem nos parecer uma barbaridade ou ilógicos, no entanto tinham sua justificação, de acordo com o contexto do instante.

Dentro de alguns anos, supostamente, algumas coisas que fazemos não parecem adequadas, entretanto é dessa maneira que funciona o progresso”. Existem alguns casos de fato importantes. A teoria é de que o corpo humano estava repleto de 4 líquidos ou humores (sangue, fleuma, bílis amarela e bílis negra). A idéia é que se deixava escapulir sangue ruim, tóxica ou doente, extraindo a “fleuma pútridas, impura e perniciosa” (segundo a sentença da época), desta maneira se repondo o equilíbrio. Pensava que depois de comer, o corpo volta a produzir sangue e que esta se renova periodicamente. Este argumento, formulado por Galeano, no século I, foi a apoio da medicina durante séculos e os conhecimentos em medicina não avançaram muito mais, no mínimo até finais do século XV.

O recuo foi um remédio muito popular: aparece não só em livros de medicina, mas assim como pela literatura, como nas obras de Molière (ilustre por suas sátiras sobre isto médicos).Quanto sangue tinha que tomar? Depende. Diversas vezes tinha que ter em conta também as condições astrológicas favoráveis, além da estação do ano e a localização geográfica do doente. Na antiguidade e no decorrer da idade média, era comum recorrer a drogas ou ervas para curar doenças. A medicina não poderá distanciaba muito de uma sofisticada bruxaria.

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O preparado mais comum era a triaca ou é o autor, composta por imensos ingredientes, incluindo o ópio e a carne de víbora. Nasceu no século III a.C. como antídoto contra venenos e ficou panacéia universal para cada doença.

Tiro Syrup é o nome de um medicamento que alcançou certa popularidade pela segunda metade do século XIX. Criado em 1849 por Charlotte Winslow, o preparado estava derivados de morfina, maconha, heroína, ópio e clorofórmio. E tudo em um único artefato!

O mais preocupante é que recomendava o teu emprego pra acalmar a tosse das gurias. De algum jeito, se obtinham os efeitos desejados: o batimento cardíaco é reduzido e os pequenos, após um chute do xarope, entravam em um estado pseudohipnótico. A agregação de médicos norte-americanos começou a questionar a sua eficiência, em 1911, e o inculpó até de ser responsável pela morte de recém-nascidos.