Mediar Conflitos Para Crianças

Mediar Conflitos Para Crianças 1

Os especialistas em psicologia infantil defendem educar as criancinhas na resolução de conflitos, para que se irá treinando insuficiente a pouco, na realidade. Se eles aprendem a resolver pacificamente a quem compete jogar com a bola, depois terão mais recursos pra resolver dificuldades mais graves que chegam na adolescência ou a idade adulta.

A psicóloga infantil Maria Luisa Ferrerós proporciona: “Proteger demasiado os piás não é bom, em razão de não aprendem a tirar as castanhas do fogo, e deve saber procurar estratégias pra tolerar tuas frustrações e aguentar com seus conflitos de forma capaz”. Muitas vezes, os pais eles intercedem, com toda a tua sensacional desejo, todavia criam o efeito oposto: “Lhes enviam a mensagem subliminar de que eles não servem e lhes baixa a auto-estima. As moças mimadas e sobreprotegidos não querem e pensam que não podem fazer nada sozinhos”, inclui Ferrerós.

Escuta ativa de Acordo com os especialistas, a maioria das vezes o que eles mais precisam as moças que vêm comentando um dificuldade é que ele as ouça de forma ativa. Querem perceber que sua mãe ou teu pai exercem “aviso de recebimento”. Embora o pareça, não pedem soluções. Muitas vezes, apenas a ouvir e apoiar os seus sentimentos, o respectivo pirralho, em seu monólogo, encontrar a solução pra o defeito.

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Para atingir tudo isso, é sério socorrer a guria a discernir seus sentimentos, colocando o nome como se sente. Todos os sentimentos podem ser aceites, no entanto certas ações precisam ser travadas, como quando chega a hostilidade física. A título de exemplo, ele poderá dizer à criança: “eu Entendo que você tenha feito com o seu irmão.

Agora, fale o que você quer com a boca, não com os punhos”. Pra essa finalidade, os pais precisam mentalizarse antes de começar. Ambas as partes têm que estar calmas (não se poderá consertar nada de gritos ou no momento em que a raiva o permeia todo). Os pais devem tentar ser detalhados e estar concentrados aos sentimentos que expressam os filhos, valorizando cada idéia que está presente no procedimento, com respeito e sem tentar convencer.

As duas partes têm de sugerir ideias possíveis e mutuamente aceitáveis, e, logo depois, optar quais serão colocadas em atividade. Quando as garotas se acostumaram a resolver conjuntamente os problemas, assumem a responsabilidade pra resolver desavenças com os irmãos ou amigos.

Como explicam as autoras do livro: “Ao invés interferir, navegar entre duas partes, constituírem em juízes e apontar a solução, os adultos só devem de revisão e botar o defeito onde corresponde, em mãos de criancinhas”. Segundo dizem, a frase mágica poderia ser: “Crianças, é um dificuldade fino, porém confio em que saibais unificar as vossas inteligências e de se achar uma solução que vos favoreça a ambos”.

Para impossibilitar estes conflitos entre irmãos ou amigos, esta psicóloga propõe explicar os filhos a tolerar a frustração. “É muito respeitável ajudá-los a controlar a frustração que lhes gera não ter o que desejam, em cada momento, seja o brinquedo do outro, ou a atenção de seus pais.

Isso se aprende em moradia, com alguns limites e regras claras”. Além do mais, insiste Morais, há que explicar autocontrole. “Muitas gurias apresentam verdadeiras dificuldades pra controlar em casa, mesmo apesar de ele exercer o autocontrole em outros contextos, como pela universidade”.