As Galerias Comerciais Entram Na sua última Crise

As Galerias Comerciais Entram Na sua última Crise 1

O restaurador Tomás Torralba, do grupo Clarabóia, acaba de renunciar a boa parte dos locais das históricas Galeries Malda. As galerias continuam sem funcionar. Não conseguimos superar as barreiras da câmara Municipal. O nosso restaurante ia ser um motor que relanzara as Malda”. Estes parágrafos ilustram a decadência das galerias comerciais, modelo que desfrutou de determinadas épocas de glória no último século.

Na verdade, os proprietários das Galeries Malda levam três décadas depois do revulsivo que relance tuas instalações. No entanto, na atualidade, a metade de suas lojas estão vazias, e a maioria de tuas ofertas são de paquistaneses interessados em vender memórias.

“O restaurante de Torralba ia ser o nosso motor novamente -lamentam alguns dos proprietários. Como foi Mobles Malda na década de setenta. Os vendedores de souvenirs têm outro conceito de negócio de qualidade, entretanto sempre pagam o aluguel. Por aqui sempre tivemos muita rotação, muitos empreendedores depois de aluguéis acessíveis para arrancar. Ao conclusão, se estamos todos de acordo, precisamos fazer como o Bulevard Rosa, e, apesar de suponha perder a nossa personalidade, decantarnos por um par de grandes operadores. Há poucas semanas que a propriedade do Bulevard Rosa comunica a seus inquilinos que não eleito seus alugueres.

O verão que vem este espaço estará cancelado, pronto para outra fase. Alguns agentes imobiliários de imediato tentam intermediar entre a posse e a Decathlon e a Primark, operadores que há anos buscam grandes espaços pra este lado da cidade. Diante de tão doces de ceder água pela boca, é comum que vários comerciais se ponham a trabalhar sem ganhar nenhum encomenda. Nos mentideros imobiliários todos esperavam esta manobra. Os aluguéis do Bulevard Rosa se renovassem por um momento de seis meses, desde há três anos. Dessa maneira, a posse poderá reorientar o teu negócio em cada momento. Neste local nunca tiveram dificuldades pra encontrar inquilinos. O seu problema, some os mentideros imobiliários, por chamá-lo de alguma forma, é a tentadora pressão dos grandes operadores.

A domínio do Bulevard Rosa, no entanto, preferiu não falar estes extremos. Estas galerias abriram a finais dos anos 70 dispostas a tornar-se um sedutor e respeito. O seu nome deriva do Salão de Rosa, naquele salão de chá, que tal gostava de as pessoas bem. A abertura do Bulevard Rosa deu pé a última época de glória das galerias barcelona.

“São espaços que há pouco tempo tendem a ser ocupados por um operador ou dois, por grandes marcas, com mais de 2.000 m2-diz Daniel Ximenes, diretor de Varejo da consultora Aguirre Newman-, se encontrem em áreas de lazer. O resto de galerias acabam transformando-se em supermercados e academias de ginástica.

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As lojas de imediato não são suficientes. Não ocorre apenas em Barcelona. Em Valência, recentemente, o grupo Inditex ficou com boa fração do Boulevard Áustria, que, apesar de sua interessante localização, não superou. Em Bilbao, a Inditex bem como ficou com a maioria da galeria Gran Avenida, cujas lojas não despuntaban”. “Isso, há quinze anos, quando eu cheguei, era um território impressionante -explica Paquita durante o tempo que há arranjos de roupa em um menor local das Galeries Olímpia, pela ronda Sant Pau, no bairro de Sant Antoni-. A mim nunca me importou muito, por causa de eu sempre trabalhei por encomenda. O que melhor me vinha era ter um ambiente barato.

Os negócios pra rua, a toda a hora foram outra história, entretanto os do interior, pouco a insuficiente, foram-se transformando em lojas de departamento. Então, os corredores são tão deixados. Veio o senhor João há alguns anos, e há menos se instalaram da música”. Esses deixados corredores contrastam muito com os de um negócio dedicado ao futebol que ocupa desde há um par de lustros boa porção dessas instalações, outrora, há muitos anos, o teatro circo Olímpia.

O que ocorre é que esse estabelecimento dedicado ao futebol dá para a avenida, e o racking é contínuo. O senhor João é um alfaiate paquistão muito simpático que se instalou em Olímpia, há três anos. “É um website ótimo, uma vez que é muito barato -detalha o mar de javier-. A mim não me importa que não haja pessoas em razão de eu tenho meus clientes.

Levo muitos anos trabalhando em Barcelona. A mim me procuram”. Ao que parece chamá-lo de senhor João por causa de nenhum dos usuais destas galerias podia pronunciar bem o teu nome. E a música, de forma a que se referia a eles Paquita, são vários os jovens que, nos últimos 2 anos, desenvolveram-se dois estudos, um par de selos e três lojas.