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Patricia Elena Sosa (n. Barracas, em Buenos Aires, 23 de janeiro de 1956) é uma cantora e compositora argentina com influências de rock, soul e blues. Noite de rodada de Marcos Carnevale, Nenhum afeto é maravilhoso de Paulo Sofovich, Pai por um dia de Raúl Rodríguez Peila, Outro Coração) e teatro (As filhas de Caruso, O nanico Príncipe, Teatro na identidade).

Preside a fundação Pequenos Gestos, Grandes Conquistas, realizando diversas tarefas solidárias, sendo a que mais se destaca, a do suporte a diferentes comunidades Tobas do Impenetrável chaquenha. Atuou bem como por tua robusta voz de contralto. Esposa do produtor Oscar Mediavilla, sua carreira musical começou em 1974, quando entrou para a banda “Nomady Soul”, em que cantava em inglês.

Teve que suportar com o machismo de um público que a recebia com insultos ao ser a primeira cantora de uma banda de rock potente. Realizou turnês internacionais e permaneceu lá por 6 anos. Após abandonar a geração se juntou ao grupo Da Torre, marcando um novo modo: o de mulheres no rock. Com ele gravou 6 álbuns, desde 1982 até 1989. No ano de 1985, a Fundação Konex-lhe concedido o Diploma de honra ao Mérito, como uma das cinco melhores cantores da história do rock argentino.

por volta do final dos anos 80, realizou duas turnês extensas na desse modo União Soviética, com A Torre. Em 1990 lançou no mercado musical como cantor solo, com um utensílio discográfico intitulado Patricia Sosa, que chegou a disco de platina em só uma semana. Estreou em Buenos Aires, no Teatro Coliseu, ponto de partida de uma turnê pelo interior do nação e da américa Latina.

No ano seguinte, gravou ao vivo o que seria o teu segundo álbum. Em 1994 editou Suave e profundo, ganhando o prêmio ACE como melhor álbum feminino no segmento balada-pop. Este disco acrescenta o tema “Aprender a voar”, que constitui hoje um hino na sua carreira. Em 1995, Emilio Estefan a convocou pra fazer fração do projeto Vozes unidas, no qual participaram Gloria Estefan, Jon Secada, Ricky Martin, Plácido Domingo, Alejandro Fernandez, Roberto Carlos, Julio Iglesias.

  • Profundo descaso (1961)
  • Quando você regressar (1987)
  • Agosto (16)
  • vim para lhe pedir perdão
  • Não estar impedido por uma lei natural ou eclesiástica

Colocou sua voz em “Pode surgir”, o hino dos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996, e compôs um tema pro álbum chamado “Nunca é tarde pra amar”. No mesmo ano, Patrícia obteve o Konex de Platina como a fantástica Cantora de Balada-Pop da data e gravou 2 capítulos da minissérie Poliladron.

Em 1996, compôs “Esquecer não conseguem”, o tópico central do video Eva Perón, participou de um programa piloto pra uma série policial, Beijo mortal, e fez parcela do elenco da ópera prima de Marcos Carnevale, Noite de ronda. Logo em seguida, ela lançou seu quinto placa, A história continua. Em 1997, gravou com o professor Ariel Ramírez o disco Mulheres argentinas – Cantata sudamericana, que a chamou a absorver o seu conjunto musical, levando-a a percorrer o mundo.

Patricia Sosa protagonizou entre os anos de 1997 e 1998, a novela RR DT, próximo a Carlos Andrés Calvo, China Zorrilla, e Pepe Soriano, entre outros. No ano seguinte, escreveu e protagonizou perto Valeria Lynch, o musical “As filhas de Caruso”. Além do mais, editou o seu primeiro livro: Código de bairro.

No ano de 2000 reapareceu na televisão ao interpretar a Paula, a vilã da telenovela infantil Chiquititas de Cris Morena. A telenovela, também, levou-a para se exibir durante oitenta funções no Teatro Gran Rex de Buenos Aires. Dois anos mais tarde, editou Não deixe-me de amar (2002). E em 2003, protagonizou, ao lado de João Carlos Baglietto e Sebastião Tentou, a comédia musical “O nanico Príncipe”, onde interpretava a Serpente.